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Calote do Governo do Estado no Samu é de R$ 15 milhões

30.01.2017 - Manoel Júnior garante que o calote é extensivo a outros municípios paraibanos. “Eu falo em nome dos prefeitos, gestores de fonte: weboutras cidades. O governador simplesmente não paga e pronto, fica por isso mesmo, sem que haja qualquer explicação à população e, especialmente, não haja qualquer ação das autoridades pertinentes, para cobrar o cumprimento das responsabilidades do governador”.

Além da Asserp – Associação das Empresas de Radiodifusão -, tem mais gente reclamendo de calote do Governo Ricardo Coutinho (PSB). O vice-prefeito de João Pessoa, Manoel Júnior (PMDB), veio à boca do palco para reclamar que há mais de 15 meses que a gestão socialista não repassa um tostão das verbas da Saúde para a Prefeitura. “Somada, a dívida chega a R$ 15 milhões”, denunciou.

Neste sentido, Manoel Júnior apelou: “Gostaríamos que o governador (Ricardo Coutinho) fizesse sua parte repassando os 15 meses atrasados”. E lembrou: “É dinheiro da população de João Pessoa, relativo a contrapartida do Samu (ambulâncias), das UPAs e do programa de Farmácia Básica”.

E ressalta: Não é possível que o Governo tenha dinheiro para gastar tanto com  propaganda e não tenha dinheiro para a Saúde da população”.

Manoel Júnior garante que o calote é extensivo a outros municípios paraibanos. “Eu falo em nome dos prefeitos, gestores de outras cidades. O governador simplesmente não paga e pronto, fica por isso mesmo, sem que haja qualquer explicação à população e, especialmente, não haja qualquer ação das autoridades pertinentes, para cobrar o cumprimento das responsabilidades do governador”.

Asserp – No final do ano passado, a Associação das Empresas de Radiodifusão, através de uma nota, cobrou publicamente de Ricardo Coutinho o pagamento de dívidas com diversas empresas de comunicação do Estado, inclusive retirando do ar a transmissão do programa do governador apresentado pela rádio Tabajara, emissora oficial do Estado.

A informação repassada por setores da entidade é de um calote de “milhões de reais”. Há um entendimento de cobrança judicial, caso os entendimentos com o Governo do Estado não prosperem.

*Marcone Ferreira

Postado neste site por: Klebson de Oliveira

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